Pontes para o Futuro 2014

2 - Cidadãos Ativos

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Apresenta a tua ideia

CANDIDATURA E PRÉ-SELEÇÃO DE IDEIAS INOVADORAS

Destinatários da Fase de Candidatura e Pré-Seleção de Ideias Inovadoras

  1. Podem candidatar-se pessoas singulares, individual ou coletivamente.
  2. A idade mínima dos candidatos é de 18 anos, completos até à data do término do prazo de apresentação das candidaturas.
  3. Os candidatos devem propor uma solução inovadora para qualquer um dos desafios selecionados de acordo com o disposto no artigo 6º e divulgadas de acordo com o artigo 7º do presente regulamento.
  4. As ideias a concurso deverão ser originais, sendo os seus proponentes responsáveis, em todos os termos legais, pela sua autoria.
  5. Não é permitido ao empreendedor estabelecer contacto com a organização nesta fase, nem ter com ela qualquer vínculo profissional ou outro.

Fases e Prazos da Candidatura e Pré-Seleção de Ideias Inovadoras

Período de candidaturas por parte dos empreendedores: 26 de junho de 2014 a 31 de julho de 2014:

Avaliação e seleção das candidaturas: 1 de agosto a 10 de setembro de 2014

Processo e Critérios de Avaliação das Candidaturas e Pré-Seleção de Ideias Inovadora

As candidaturas serão alvo de uma análise para verificação das condições de elegibilidade do desafio.
Será selecionado um número máximo de 10 candidaturas de ideias por cada desafio.
As candidaturas serão avaliadas pelo júri, de acordo com os seguintes critérios de avaliação: a) Grau de inovação da ideia apresentada; b) Adequação da ideia ao problema; c) Capacidade de gerar impacto social sistémico, reduzindo o(s) problema(s) social(ais) identificado(s); d) Viabilidade, sustentabilidade e eficiência da ideia; e) Perfil do empreendedor e envolvimento no projeto; f) Aproveitamento, pelo projeto, de recursos da região;

Formação dos empreendedores e aprofundamento das ideias

Mentoring individual e/ou grupo, prestado por parceiros especializados para clarificação das ideias. Será destacado um mentor por cada desafio que fará a ponte entre os empreendedores/ideias e as organizações, para gradual desenvolvimento da ideia em projeto.
Formação e capacitação dos empreendedores e preparação para apresentação em formato pitch.

Formalização da Candidatura por Parte dos Cidadãos Empreendedores

As candidaturas deverão ser apresentadas em formulário próprio ou download do documento.

Ana Bicho

Mestre em Engenharia dos Materiais pela Universidade Nova de Lisboa e com um MBA da Escola de Gestão do Porto (EGP/UPBS) é atualmente Diretora Operacional e de Recursos Humanos da Adclick, Lda. Trabalhou 7 anos na Solar Plus, produção de módulos solares SA, com funções de direção Operacional e de Investigação e Desenvolvimento. Para além da carreira técnica foi também desafiada profissionalmente a desempenhar funções de Gestão para as quais contribuíram as competências em: Qualidade, Segurança/Saúde (SHST) e Ambiente coordenando a implementação e certificação dos 3 sistemas integrados, incluindo o registo EMAS (European Eco-Management and Audit Scheme), bem como a Garantia da Qualidade do Produto e sua Certificação. Durante 10 anos, desempenhou funções na Qimonda Portugal SA, em praticamente todas as áreas do departamento da qualidade, incluindo Laboratórios


Ana Reis

Assistente social, formadora e animadora sóciocultural, possui experiência de trabalho social em diversas áreas (educação, saúde, emprego, desenvolvimento comunitário) adquiridas em contexto nacional e internacional. Salienta-se a experiência em trabalho comunitário em projetos de intervenção social da Santa Casa da Misericórdia da Maia: Projeto LIDADOR (Contrato Local de Desenvolvimento Social) e Bué d’Escolhas – E5G (Programa Escolhas). Pós-Graduação em Empreendedorismo e Inovação Social e formações em gestão de projectos. Co-fundadora do projeto Percurso das Memórias - Turismo Comunitário


Cláudia Costa

Responsável e avaliadora do Centro de Inovação Social do Porto (CIS Porto). Colaboradora da Fundação Porto Social, desde 1996, envolvida durante a maior parte deste período, na coordenação e execução de programas de intervenção comunitária , integrados no II e III Quadros Comunitários de Apoio. Licenciada em Serviço Social pelo Instituto de Serviço Social do Porto em 1993.


Daniel Teixeira Coelho

Diretor de Projetos da Fundação Porto Social desde 2008, com responsabilidades na coordenação do Centro de Inovação Social do Porto. Licenciado em Psicologia, área científica de Psicologia do Comportamento Desviante, pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, em 1996. MBA Executivo, pela Porto Business School, em 2009.


Helena Silva

Advogada. Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto e Pós Graduada em Empreendedorismo e Inovação Social - Fundação Porto Social e IES. É especialista operacional em grupos bancários como BPN e Montepio. Autora de artigos jurídicos no âmbito do regime jurídico do cultivo transgénicos em Portugal. É Cofundadora e Presidente de Direção da 1000Rostos Assoc. Ação Social e do projeto Vintage for a Cause desde Março 2013. Formadora, tem participado como oradora em diversos eventos de empreendedorismo social.


João Proença

Doutor em Ciências Empresariais. É Diretor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, desde 2010. Investigador do Advance - Centro de Investigação Avançada em Gestão do ISEG, Universidade de Lisboa (2008-…), Unidade de I&D classificada pela FCT do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino SuperiorAáreas de Intervenção Profissional e Social: Organizações Sem Fins Lucrativos; Gestão de Serviços Públicos; Gestão Empresarial; Ligação entre a Indústria e Serviços; Marketing de Serviços.


José Paixão

Em 1999, José Paixão é selecionado para representar Portugal no United World College USA. Sai de casa com 15 anos por um caminho inesperado que o leva a ser bolseiro no Middlebury College, forma-se em Arquitetura no Reino Unido realiza uma pós-graduação na Áustria. Em 2011, é distinguido pela Fundação Gulbenkian com o prémio "FAZ - Ideias de Origem Portuguesa" e regressa para por em prática o seu projeto de reabilitação urbana para a baixa portuense Arrebita! Porto.


Maria Lencastre

Mestre em Migrações e pós-graduada em Empreendedorismo e Inovação Social, pela Fundação Porto Social. É Coordenadora de Rede da ESLIDER- PORTUGAL.


Miguel Alves Martins

É um dos cofundadores do IES e é atualmente o presidente da Direção. É também professor assistente na Nova School of Business and Economics. Foi cofundador da Beyond. Participou ativamente no lançamento de diversos projetos sociais como a TESE, GASNOVA, Pais Protetores, Bolsa de Valores Sociais, ESLider, entre outros. Tem um Global Executive MBA pelo INSEAD, um mestrado em Economia Social pelo ISCTE e um Certificado Profissional em Gestão de organizações não lucrativas pela Kellogg School of Management. As suas áreas de interesse são o Empreendedorismo Social, Gestão de organizações não lucrativas, Modelos de Negócio e Estratégias base da pirâmide.


Miguel Neiva

Mestre em Design e Marketing pela Universidade do Minho. Fez um curso de Empreendedorismo Social, IES – ISEAD. É o criador do ColorADD, sistema de identificação de cores para daltónicos, estando dedicado à implementação mundial deste sistema de comunicação universal e inclusivo. Embaixador da Criatividade do Programa “Olimpíadas da Criatividade”, é docente da Pós Graduação Internacional em Empreendedorismo Social e Desenvolvimento do Território” – ESTSP (Politécnico do Porto) e UVIC (Univ. Barcelona). É Professor Convidado na ESPM, S. Paulo, Brasil. É o primeiro fellow em Portugal da Ashoka, a maior instituição global de empreendedores sociais.


Miguel Portela

Licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Tem realizado diversos cursos de formação nas áreas da gestão, liderança, recursos humanos e logística, lecionados pela Porto Business School, IESE Barcelona, London Business School, IMD Lausanne, entre outros. Administrador e Diretor Geral da Área Corporate do Grupo Bial, tendo neste último, os seguintes pelouros: Recursos Humanos, Sistemas de Informação e Logística. É também Administrador da Fundação Bial.


Nuno Sousa Pereira

Presidente da Direção da Porto Business School. Doutorado em Microeconomia Aplicada pelo departamento de Health Care Management and Economics da Wharton Business School, Universidade da Pensilvânia. Professor Auxiliar na Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Foi Diretor-Geral do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais do Ministério das Finanças e da Administração Pública. Foi representante de Portugal no Conselho de Administração do Banco Europeu de Investimento. Presidiu à representação de Portugal nos Comités de Política Económica da OCDE e da Comissão Europeia. Representou Portugal no Banco Mundial, no Banco Interamericano de Desenvolvimento, no Banco Africano de Desenvolvimento e no Banco Asiático de Desenvolvimento. Foi Prémio Fundação Eng.º António de Almeida.


Ricardo Luz

Licenciado em Economia, pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto, Pós-graduação em Jornalismo Politico, pela Universidade Católica e Mestre em Design for Sustainability, pela Cranfield University, UK. Sócio-fundador e Director Geral da Gestluz Consultores, e Presidente do CA da Invicta Angels, SGPS, SA e Sócio-fundador e Administrador Único da IA-FCI, Indústrias Criativas, SGPS, SA. Fundador e Presidente do Invicta Angels – Associação de Business Angels do Porto, Fundador e Vice-Presidente da FNABA – Federação Nacional de Associações de Business Angels, Board Member of EBAN – European Business Angel Network, e Promotor do Movimento Regionalista Norte Sim!


Teresa Chaves

Diretora da Cidade das Profissões desde Janeiro de 2009. Licenciada em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto e pós-graduada em Criminologia pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Iniciou a sua atividade profissional como investigadora na área do comportamento desviante e dos dispositivos de segurança urbana, tendo exercido essa atividade no Observatório Permanente de Segurança do Porto e no Centro de Investigação dos Problemas Sociais, este último integrado no Programa Municipal de Combate à Exclusão Social da Câmara Municipal do Porto.

Gabriela Silva

Consultora independente em Avaliação, Formação e Investigação e Gestora de projetos na 4Change - Comunidades Ativas. Mestre em Estudos Africanos pela Universidade do Porto e especialista em Educação, Igualdade de Género e Inovação Social. Experiência em: Avaliação de Impacto, SROI, desenvolvimento e implementação de Sistemas de M&E, Teorias da Mudança, Gestão de Projetos, Educação Não Formal, Metodologias de investigação participativas e qualitativas. Trabalhos realizados na Europa, em Angola, Quénia e Moçambique para diversos clientes (ONU, EU, ONGD portuguesas e internacionais, instituições públicas e investidores sociais).


David M. Cardoso

Licenciado em Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Gestão, desenvolve a sua atividade atual como CEO numa empresa de consultoria e assessoria estratégica Bracing Consulting e Bracing Social Innovation. O seu trajeto profissional verificou-se na área da consultoria em estratégia e gestão de organizações. Exerceu outros cargos, externamente à Bracing Consulting, nomeadamente: Assessor da empresa. Administração; Diretor Executivo; Empreendedor (setor privado) e Empreendedor Social; Business Advisor Coordenador de (start-up; Start-up da economia social; empresas já instaladas no mercado);Projetos de Gestão da Inovação; Conferencista convidado em vários eventos (sobre estratégia, gestão empresarial, inovação, empreendedorismo, desenvolvimento de empresas e negócios. É membro da ESLIDER


Nuno Santos

28 anos, Eng.º Químico Empreendedor/Empreendedor Social
Coordenador Geral da Associação das Escolas Jesus, Maria, José
Diretor Financeiro do Grupo PMEsaude Administrador
DoctorGummy Promotor ISI – Incubadoras Sociais Informa Promotor Fresh4U
Vencedor do Prémio Cidadãos Ativos da Europa 2013


Ana Bento

Em 2008 entra numa organização internacional sem fins lucrativos, a Cidade das Profissões, onde exerce até aos dias de hoje as funções de consultora de percursos profissionais. Entre 2009 a 2012 acumula as funções de consultora de percursos profissionais e de gestora do Gabinete de Apoio ao Empreendedorismo, no Centro Histórico do Porto. Neste último, recebe o Prémio European Enterprise Promotion Awards 2012, 2º lugar na categoria Melhoria do Ambiente Empresarial. Licenciou-se em Psicologia Clínica pela Universidade Fernando Pessoa. Atualmente frequenta o Mestrado em Economia e Gestão de Recursos Humanos, na Faculdade de Economia do Porto (FEP).


Ângelo Paupério

Licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa - Centro Regional do Porto. Coordenador de Rede da ESLIDER PORTUGAL - Rede Nacional de Líderes do Terceiro Sector entre Outubro de 2012 e Dezembro de 2013, até se tornar Coordenador Geral da União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social do Porto (UDIPSS - Porto), cargo que desempenha desde Janeiro de 2014. Co-autor, com Carlos Azevedo, do "Manual Ave Social 3.0 - Construindo Pontes Para o Empreendedorismo Social" e de diversos artigos em publicações e websites dedicados ao Terceiro Sector.


Helder Sampaio

Licenciado em Psicologia. Formação em Empreendorismo Social pelo INSEAD Social Entreprneurship Programme. Membro da ESLIDER Portugal – Rede de líderes do terceiro setor. Membro da Comissão Cientifica e docente da Pós-Graduação Internacional de Empreendedorismo Social e Desenvolvimento do Território, no Instituto Politécnico do Porto. Responsável pela área de empreendedorismo social, da Santa Casa da Misericórdia do Porto. Membro do Conselho Executivo do Fundo de Investimento Social, membro do Conselho Operacional e do Conselho de Seleção e Acompanhamento de Projetos do Banco de Inovação Social. Coordenador da Plataforma Operacional do Porto.

1º Sessão Formativa / Geração de Valor Social

Data: 15/09/2014
Horário: 10h00 às 13:00 
Duração: 3 horas Programa: Introdução à Inovação Social Explicação da ferramenta e conceitos base subjacentes
Exercício prático de aplicação da ferramenta Avaliação da sessão
Local de realização: Quinta de Bonjóia / Rua de Bonjóia nº 185
Formador: Carlos Azevedo / Eslider

2º Sessão Formativa / Comunicação

Data: 22/09/2014
Horários:
10h30 às 12:30 (Grupo 1)
14h30 às 16:30 (Grupo 2)
Duração: 2 horas
Programa: Como preparar uma apresentação Postura em palco Voz, olhar e linguagem corporal Suportes audiovisuais
Local de realização: Quinta de Bonjóia / Rua de Bonjóia nº 185
Formador: Luís Simões / GetSkilled

Mentoria:

- 16 a 19 de Setembro de 2014
- 23 a 29 de Setembro de 2014

Local e hora a combinar entre cada mentor e os empreendedores

 
Brevemente
     

1 Como contrariar a seguinte citação “os bairros sociais ou se habitam ou se evitam”.

NOME DO DESAFIO

Como contrariar a seguinte citação “os bairros sociais ou se habitam ou se evitam”.

NOME DA ORGANIZAÇÃO

Associação para o Desenvolvimento Comunitário do Cerco do Porto - CerPorto

DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO

Missão: A CerPorto tem como missão promover iniciativas de respostas sociais através de projectos/actividades de intervenção junto de pessoas, famílias ou grupos em situação de pobreza ou exclusão, designadamente no âmbito do atendimento e acompanhamento social.

Visão: Pretendemos ser uma Instituição Particular de Solidariedade Social que aposta na prestação de respostas sociais de qualidade, na eficiência e eficácia da utilização dos recursos, sempre com o objectivo de atingir a satisfação dos clientes e dos colaboradores.

A CerPorto dispõe de duas valências, que prestam serviço à comunidade, um C.A.T.L – Clube Porta Aberta, com 40 crianças e jovens, dos 6 aos 18 anos que realiza diariamente um acompanhamento ao nível socioeducativo e a mediação entre a escola e as famílias. Paralelamente a estas actividades quotidianas, desenvolve projectos que promovem a educação para a saúde e o contacto com outros contextos culturais enriquecendo a actividade pedagógica.

Tem um Protocolo de R.S.I que acompanha 250 famílias que corresponde a um universo de 736 indivíduos.

Uma vez que são beneficiários da medida de RSI, poucos são os indivíduos que se encontram em exercício de actividade laboral. Este facto prende-se não só pelas baixas qualificações escolares que limitam o acesso a oportunidades de emprego, como também pela ausência de competências para tal, caracterizando-se por uma cultura de não valorização do trabalho, devido à falta de valores e referências positivas incentivadoras da mudança. Dadas as características da população alvo a intervenção é voltada para a aquisição de competências básicas, pessoais e sociais que permitam o pleno exercício da cidadania com o conhecimento dos direitos e deveres, favorecendo a empregabilidade e a autonomia de medidas sociais.

A IPSS funciona em dois espaços no Bairro do Cerco tendo o CATL uma equipa técnica composta por 1 Técnica Superior de Educação Social e 1 Animadora Sociocultural, e no protocolo de RSI trabalham 2 Técnicas Superiores de Serviço Social, 1 Técnica Superior de Educação Social, 1 Psicóloga e 4 Ajudantes de Acção Directa. Em comum às 2 valências existe uma Auxiliar de Serviços Gerais.

A principal desvantagem de estar inserida num meio fechado, como é o contexto do Bairro Social, prende-se com o facto de não obtermos visibilidade da sociedade em geral, que ignora e desconhece as nossas vitórias e desafios, a complexidade das vivências de um bairro, limitando-se ao pré-conceito construído pela má visibilidade do próprio bairro e dos seus moradores que só é “notícia” pelos seus aspectos mais negativos.

DESCRIÇÃO DO DESAFIO

Como valorizar o trabalho desenvolvido num meio fechado sobre si próprio.

Sendo que a instituição está sedeada dentro de um Bairro Social, nomeadamente o Bairro do Cerco do Porto vê-se condicionada pela invisibilidade consequente de trabalhar num meio fechado cujos habitantes permanecem a tempo inteiro dentro dos espaços do bairro onde existem todos os serviços que necessitam, nomeadamente, escola, comércio e equipamentos sociais. Esta população também resiste a sair do bairro, pois a sua valorização pessoal advém da forma como estão adaptados ao meio, sentindo-se inseguros sempre que têm de sair do bairro e lidar com outras realidades com as quais não se sentem confortáveis. Por outro lado, também a sociedade em geral apresenta resistência em entrar dentro do espaço do bairro, até porque este não oferece estímulos para ser frequentado por outros que não sejam moradores ou técnicos que aí trabalhem, indo ao encontro da afirmação de JL Rodrigues que ”os bairros sociais ou se habitam ou se evitam”. Deste modo a equipa sente que o trabalho realizado não é reconhecido pela sociedade em geral, que desconhece inclusive a existência da própria Instituição e de que forma a sua intervenção afecta a população alvo.

2 Como promover a inclusão profissional de jovens institucionalizados.

NOME DO DESAFIO

Como promover a inclusão profissional de jovens institucionalizados.

NOME DA ORGANIZAÇÃO

Crescer Ser-Casa do Vale

DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO

A Casa do Vale é um centro de acolhimento temporário, em regime de internato, para 13 jovens do sexo masculino, dos 12 aos 21 anos de idade, retirados dos seus contextos de origem pelos Tribunais ou pelas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens; contemplamos a família como recurso e objeto de intervenção.

Recursos: existência de uma equipa multidisciplinar (4 técnicos, 7 educadores, 3 auxiliares) e bem dimensionada; rede de parceiros.

Objetivo: intervenção personalizada visando definir com cada jovem o seu projecto de vida e garantir condições para a sua autonomização.

Público alvo: jovens em situação de perigo ou risco social, com múltiplos factores de exclusão: ausência de suporte familiar e de rectaguarda emocional, baixa escolaridade, baixas competências pessoais e sociais, debilidade mental, doença mental, consumos aditivos, prática de pequenos delitos...

Missão: Promover e divulgar os direitos da Criança e Jovens. Acolher crianças e jovens vítimas de maus-tratos e perspectivar com elas e suas famílias o seu projecto de vida e sua autonomia.

Visão: Nós imaginamos o mundo onde todas as Crianças e Jovens têm reconhecidos e garantidos todos os seus Direitos.

DESCRIÇÃO DO DESAFIO

Como promover a inclusão profissional de jovens institucionalizados?

A inserção na vida profissional aparece como a principal forma de integração social e uma das mais importantes no processo de autonomização. Nos jovens institucionalizados, ao contrário daqueles que permanecem nas suas famílias, esta evidência é ainda maior na medida em que só podem ser apoiados pelo sistema de proteção até aos 21 anos, pelo que o tempo de acolhimento deve ser aproveitado ao máximo para trabalhar com os jovens todo o processo de inclusão profissional.

Pretende-se com este desafio contribuir para projetos de vida sustentados, promovendo a dignidade pessoal e a auto-estima, assim rentabilizando o investimento que a sociedade faz com cada um dos jovens.

3 Como mobilizar, fixar e empregar a população do centro histórico através da valorização dos recursos locais.

NOME DO DESAFIO

Como mobilizar, fixar e empregar a população do centro histórico através da valorização dos recursos locais.

NOME DA ORGANIZAÇÃO

Centro Social Paroquial São Nicolau

DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO

O Centro Social Paroquial de S. Nicolau é um centro Comunitário que desenvolve a sua intervenção junto da população do Centro Histórico do Porto.

Missão: O CSPSN, enquanto Centro Comunitário, através de diversas respostas sociais, de forma inovadora e de proximidade, privilegia o trabalho em parceria, procurando responder às necessidades da população, contando com a sua activa participação e, assim, contribuindo para o desenvolvimento social e económico do território.

Visão: O CSPSN ambiciona ser uma Organização de Desenvolvimento Local de referência no seu território de intervenção, facilitador do acesso de todos os cidadãos aos direitos fundamentais e sua consequente autonomia e liberdade.

Público Alvo: População carenciada do Centro Histórico do Porto

Apresentamos 4 grandes áreas principais de intervenção: Educação, Participação Cultura e Lazer, Serviço Social e Psicologia.

O Centro Social Paroquial S. Nicolau tem na sua génese a promoção do desenvolvimento local através da promoção de competências pessoais e sociais da população com quem trabalha. Neste sentido possui três grupos de desenvolvimento pessoal e social (Grupo dos 7 Ofícios, Grupo Mãos à Obra e Grupo de Jovens) com sessões de trabalho semanais vocacionado para o desenvolvimento de competências que promovam uma melhor integração social e uma melhor auto-estima. O CSPSN dinamiza um grupo de teatro amador que visa a promoção da cultura sendo por isso um agente de promoção do desenvolvimento.

Simultaneamente existe um conjunto de iniciativas de caracter comunitário que visa o envolvimento, divulgação e participação da população.

Com a Comunidade fazemos a Ponte; porque a ponte é uma passagem para muitas margens.

Trabalhamos num território com características muito específicas. Assim, o Centro Histórico do Porto foi classificado como Património Mundial pela Unesco e melhor destino turístico 2014. Contudo, consideramos que além da valorização cultural deveria existir maior preocupação com o património pessoal/humano da população local.

A população do Centro Histórico, apesar de possuir baixa escolaridade, recursos económicos escassos e elevada taxa de desemprego é detentora de um “saber fazer” riquíssimo das tradições locais.Esta população é caracterizada pela existência de um grande sentimento de pertença a este território, por fortes redes e laços de vizinhança, pelo espirito forte de inter-ajuda, pela genuinidade e pelo enraizamento forte dos costumes.

Disponibilizamos um vasto know how de trabalho directo com a comunidade assim como um conhecimento profundo da mesma. Desta forma, assumimos o compromisso de colocar todo este conhecimento, contactos e parcerias ao dispor deste projecto. Toda a equipa de colaboradores (8) se poderá ajustar às exigências do Projecto que, tendo em conta as suas características estruturais, julgamos deverá ter, no mínimo, a duração de 12 meses. As instalações e equipamentos (veículo, material informático, multimédia, sistema de amplificação sonora, entre outros) existentes na instituição também poderão ficar afectos ao projecto

DESCRIÇÃO DO DESAFIO

Como promover o emprego da população do Centro Histórico do Porto explorando a riqueza das tradições locais?

4 Como criar negócios sociais, geradores de rendimento para as famílias locais a partir dos produtos e serviços já desenvolvidos pela organização.

NOME DO DESAFIO

Como criar negócios sociais, geradores de rendimento para as famílias locais a partir dos produtos e serviços já desenvolvidos pela organização.

NOME DA ORGANIZAÇÃO

ADILO – Agência de Desenvolvimento Integrado de Lordelo do Ouro

DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO

A ADILO é uma instituição composta por várias organizações, que tem como objetivo principal a promoção de projetos na área do desenvolvimento comunitário e de apoio à população mais vulnerável, combatendo situações de exclusão social.

Missão: Melhorar a qualidade de vida dos beneficiários dos projetos, criando condições para a participação ativa na comunidade.

Visão: Trabalho em rede e em parceria por forma a criar respostas mais integradas e eficazes de intervenção comunitária.

Público-Alvo / beneficiários prioritários: Residentes na freguesia (crianças, jovens e famílias em situação de vulnerabilidade social) da União de Freguesias de Lordelo do Ouro e Massarelos

Centra a sua intervenção em áreas diversificadas: emprego e formação, desenvolvimentos de competências, valorização escolar, apoio psicossocial, promoção da cidadania, prevenção do consumo de substâncias psicoativas, diversificação das experiências culturais, apoio às coletividades locais, etc.

Privilegia os processos participativos da população e de trabalho em parceria com instituições públicas e privadas, entre as quais se destacam associações e coletividades locais, agrupamentos de escolas da freguesia, dispositivos de justiça de menores, entidades de formação, Câmara Municipal do Porto, Serralves, SICAD, NorteVida, FPCEUP, IPDJ, Casa da Música, ÁGIL – Associação de Jovens de Lordelo do Ouro, entre outros.

Apesar do trabalho desenvolvido, a ADILO continua a ter dificuldade em responder às necessidades mais urgentes dos beneficiários, no que diz respeito ao desemprego e à falta de rendimentos das famílias.

DESCRIÇÃO DO DESAFIO

Como gerar retorno financeiro para os beneficiários envolvidos ativamente na conceção de produtos e serviços desenvolvidos na ADILO?

Neste momento, direta e ativamente envolvidos na conceção de produtos e serviços cerca de 100 pessoas (jovens e adultos). Além destes, através dos diferentes projetos, acompanhamos um elevado número de beneficiários, por via do trabalho com dois agrupamentos de escolas, uma associação de jovens, e quatro associações de moradores.

O tipo de produtos e serviços que têm sido desenvolvidos na ADILO abarcam diversas áreas, desde produtos de artes manuais, comunicação (revista e rádio Online) a outras mais performativas, como teatro, música e dança (diferentes estilos).

5 Como combater o isolamento de seniores institucionalizados.

NOME DO DESAFIO

Como combater o isolamento de seniores institucionalizados.

NOME DA ORGANIZAÇÃO

ANSE - Abrigo Nossa Senhora da Esperança

DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO

Objecto: Somos uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), fundada há mais de 50 anos no Porto, dotada de personalidade jurídica, sem fins lucrativos, tendo por objecto social a satisfação de necessidades da população sénior, de acordo com os princípios da solidariedade, da subsidiariedade, da igualdade de oportunidades para todos, da participação e da inclusão.

Actualmente, a instituição dispõe na cidade do Porto, de uma resposta social consubstanciada num Lar de Idosos com capacidade para 35 utentes, privilegiando a conservação e melhoria da saúde, bem-estar e autonomia.

Missão: Dignificar o processo de envelhecimento de cada utente, independentemente da sua condição social, contribuindo para a continuidade dos seus projectos de vida, proporcionando o seu bem-estar, num ambiente tranquilo e acolhedor.

Visão: Ser uma instituição pautada por boas práticas, centrada no utente, no seu bem-estar e no apoio à sua família. Acreditamos que só oferecendo confiança e um inabalável sentido de compromisso, poderemos obter sucesso na nossa missão.

O esforço e empenho dos nossos colaboradores e parceiros são, assim, um valor acrescido para o sucesso da nossa instituição junto de todos.

Público-alvo: Idosos Institucionalizados, dependentes, com mobilidade muito reduzida - devido à evolução da medicina, assistimos cada vez mais a um aumento da esperança média de vida. Contudo, as doenças incapacitantes e a chamada “4ª idade” apresentam-se cada vez mais como a característica da população sénior institucionalizada em Portugal e, particularmente, na nossa instituição, onde a média etária se encontra acima dos 85 anos. Apesar de existirem inúmeras iniciativas para a população sénior, a sua grande maioria (ou a totalidade) assentam sempre numa visão do idoso activo, que se pode deslocar a determinado local ou praticar alguma actividade, o que se encontra muito longe da realidade presente nas instituições, com idosos dependentes e acamados que necessitam de maca para se deslocar, o que inviabiliza as saídas ao exterior, apesar de se manterem cognitivamente activos. Este desafio terá impacto na maioria da população sénior institucionalizada, quer na vertente pública quer privada.

Recursos: humanos, constituídos por equipa multidisciplinar, com técnico de serviço social, educadora social, médicos, enfermeiros e fisioterapeuta.

DESCRIÇÃO DO DESAFIO

O desafio assenta no combate ao isolamento de seniores dependentes físicos institucionalizados.

Causas: o visível desenraizamento dos idosos do seu meio natural após a institucionalização e o progressivo afastamento da sua família alargada.

Consequências: depressão, desmotivação, agravamento do estado cognitivo e, consequentemente, agravamento do estado de saúde.

6 Como criar um negócio social que rentabilize produtos e serviços já oferecidos pela organização.

NOME DO DESAFIO

Como criar um negócio social que rentabilize produtos e serviços já oferecidos pela organização.

NOME DA ORGANIZAÇÃO

ENCONTRAR+SE - Associação para a Promoção da Saúde Mental

DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO

No contexto da escassez de respostas de saúde mental que condiciona a possibilidade de recuperação de pessoas com experiência de doença mental, na zona norte; a ENCONTRAR+SE é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), de reconhecida utilidade pública no âmbito da saúde, cuja missão consiste no apoio, formação, intervenção, avaliação e investigação no domínio da saúde mental e da reabilitação psicossocial das pessoas com perturbação mental.

Neste sentido, as principais áreas de atuação da ENCONTRAR+SE são:

(1) o Centro de Atendimento Integrado (CAI) que disponibiliza serviços integrados de recuperação a pessoas adultas (psicoterapia, atividades ocupacionais, entre outros) com perturbação mental grave (doença psiquiátrica que afeta a funcionalidade, provocando incapacidade psicossocial) e seus familiares/ cuidadores. Desde Junho de 2009, o CAI apoiou 127 pessoas que beneficiaram de diferentes serviços necessários ao seu processo de reabilitação (85% das quais gratuitamente);

(2) o combate ao estigma e promoção da saúde mental que inclui diferentes projetos dirigidos à população geral (e.g. UPA’08) ou a públicos-alvo específicos (e.g. UPA Faz a Diferença – dirigido a alunos do ensino secundário) a decorrer em diferentes contextos; bem como iniciativas de promoção do envelhecimento ativo (e.g. Felicidário);

(3) a formação e informação, em articulação com diferentes parceiros (e.g. Mestrado em Reabilitação Psicossocial na Perturbação Mental Grave, em parceria com a Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa; Comemorações do Dia Mundial da Saúde Mental; publicação de uma edição anual);

(4) a investigação sobre temas de saúde mental, bem como avaliação das iniciativas promovidas pela Associação (e.g. estudo do impacto das intervenções).

DESCRIÇÃO DO DESAFIO

Como disseminar os produtos e serviços da ENCONTRAR+SE no sentido de garantir a sustentabilidade do CAI?

Ao longo dos últimos anos, com o apoio de diferentes parceiros, a ENCONTRAR+SE tem desenvolvido diferentes materiais de sensibilização/informação e intervenção na área da saúde mental que pretende rentabilizar, nomeadamente:

- serviços de avaliação e intervenção na doença mental, baseados em boas práticas, disponibilizados no CAI (e.g. psicoterapia, estimulação cognitiva) que podem ser comercializados (e.g. pacotes de intervenção psicoterapêutica no contexto de seguros de saúde);

- programas de promoção de saúde mental, competências pessoais, comunicacionais e sociais dirigidas a diferentes públicos/ contextos;

- 7 edições (http://www.encontrarse.pt/Default.aspx?Tag=CONTENT&ContentId=2176), 3 das quais vendáveis e não disponíveis online, dirigidas a diferentes públicos
- alvo (e.g. familiares/cuidadores de pessoas com doença mental; pessoas com doença mental e profissionais de saúde mental);
- CD/DVD desenvolvido no âmbito do movimento UPA’08 (http://www.encontrarse.pt/upa08/) com 10 músicas de 20 músicos/ bandas (e.g. Xutos e pontapés, Mariza, Clã, Boss AC, Jorge Palma);
- 16 im agens com design apelativo e mensagens sobre saúde mental (Upinhas),
- 3 vídeos de sensibilização sobre doenças mentais (depressão, esquizofrenia e perturbação de pânico),
- 365 imagens, desenvolvidas no âmbito do projeto Felicidário (http://felicidario.encontrarse.pt), com definições/ ideias de Felicidade, de ilustradores internacionalmente reconhecidos (e.g. André da Loba).

Face ao potencial dos produtos e serviços existentes, considera se que a sua rentabilização e disseminação se encontra subaproveitada. Neste sentido, a disseminação e rentabilização destes recursos constitui se como um dos desafios identificados pela ENCONTRAR+SE considerando o seu papel para a sustentabilidade de uma das áreas de atuação centrais da ENCONTRAR+SE, o CAI.

7 Como valorizar roupa doada para gerar valor económico e social.

NOME DO DESAFIO

Como valorizar roupa doada para gerar valor económico e social.

NOME DA ORGANIZAÇÃO

Fundação AMI – Centro Porta Amiga do Porto

DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO

O Centro Porta Amiga do Porto é um dos equipamentos sociais da Fundação AMI – Assistência Médica Internacional, Organização Não Governamental, Apolítica e Sem Fins Lucrativos.

O Centro Porta Amiga do Porto é uma Comunidade de Inserção implementada na freguesia do Bonfim, zona oriental da cidade do Porto, que visa combater a pobreza e exclusão social, criando os meios necessários à (re) inserção de pessoas que vivenciam problemas relacionados com inúmeras áreas: habitação, saúde, o emprego, a educação/formação profissional e dependências e que potencialmente conduzem à marginalização e consequente exclusão social.

Este equipamento social é composto por um conjunto de serviços transversais e abrangentes que visam:

A promoção/protecção social: Serviço Social – Atendimento e Acompanhamento social; Psicologia; Gabinete de Emprego; Gabinete Médico e de Enfermagem e Gabinete jurídico;

A emergência social através de serviços de satisfação das necessidades básicas: restaurante, apoio alimentar (FEAC); distribuição de roupa, lavandaria, balneário.

Disponibiliza, ainda:

- Grupo de Inter-Ajuda;

- Ateliers;

- Ações de sensibilização e informação;

- Atividades Lúdicas;

- Infoteca contra a Infoexclusão (com ações de formação em Tecnologias de Informática e Comunicação, acesso livre e iniciativas transversais);

- Centro de distribuição da Revista CAIS.

DESCRIÇÃO DO DESAFIO

De que forma o Centro Porta Amiga do Porto pode valorizar a roupa doada com vista a potencializar a qualidade da prestação do serviço de rouparia?

É um facto que, se por um lado, a procura do serviço tem aumentado, por outro lado, a oferta através de doações (empresas/particulares) e a qualidade de roupa doada têm diminuído muito por causa da atual crise socioeconómica.

No entanto, persiste e adensa-se a necessidade, por parte das pessoas socialmente desfavorecidas, da criação do autoconceito, da promoção da imagem e da elevação da autoestima das pessoas como forma de inserção social.

8 De que forma um individuo com deficiência poderá vir a suportar financeiramente todos os serviços que necessita ao longo da vida.

NOME DO DESAFIO

De que forma um individuo com deficiência poderá vir a suportar financeiramente todos os serviços que necessita ao longo da vida.

NOME DA ORGANIZAÇÃO

Associação do Porto de Paralisia Cerebral

DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO

Visão: Ser a entidade de referência na economia social, na inovação das práticas de intervenção e gestão sustentável.

Missão: Apoiamos projetos de vida na defesa da diversidade humana como parceiro especialista na prestação de serviços de excelência.

Objeto: Prestação de serviços nas áreas da reabilitação, formação e ocupação que visam a qualidade de vida.

Público-Alvo: Pessoas em situação de dependência e as suas famílias.

Serviços: Transportes adaptados, residências adaptadas, prescrição de produtos tecnológicos para a comunicação e mobilidade, programas de ocupação (viagens e passeios) e prestação de apoio individual e personalizada.

Recursos humanos e materiais: Contamos com 237 colaboradores, 600 associados, 50 voluntários e 59 parceiros. Temos 4 edifícios e uma frota de 18 carrinhas.

DESCRIÇÃO DO DESAFIO

Como é que o cliente da APPC consegue suportar financeiramente todos os serviços que necessita ao longo da vida?

Verificamos uma tendência crescente na utilização de mais do que um serviço da APPC por cliente. Se em 2010, 42 clientes utilizavam mais do que um serviço, em 2013 e no espaço de 3 anos crescemos para mais do dobro: 114 clientes utilizam mais do que um serviço da APPC.

Os serviços são comparticipados em 85,1% pelo Estado, e o restante pelos clientes que deles usufruem. Na maioria, as pessoas que contratualizam os nossos serviços estão excluídas do regime contributivo, e a sua capacidade de autofinanciamento não tem acompanhado a tendência de utilização dos serviços.

9 Como criar novas oportunidades de inserção profissional para mulheres em situação de exclusão social, com vista à sua autonomização.

NOME DO DESAFIO

Como criar novas oportunidades de inserção profissional para mulheres em situação de exclusão social, com vista à sua autonomização.

NOME DA ORGANIZAÇÃO

Associação Católica Internacional ao Serviço da Juventude Feminina do Porto (ACISJF-Porto)

DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO

A Associação Católica Internacional ao Serviço da Juventude Feminina do Porto (ACISJF-Porto) tem como missão promover, formar e integrar pessoas em risco na perspetiva da construção de uma sociedade mais justa e equitativa e como visão ser reconhecida como uma IPSS de referência e excelência em estreita ligação com os seus princípios identitários.

A ACISJF tem como objetivo a promoção integral de jovens do sexo feminino em risco social e mães solteiras e / ou famílias monoparentais, privadas do seu meio familiar, vítimas de maus tratos físicos e psicológicos, com dificuldades de ordem socioeconómica e de inserção profissional. Oferece orientação e responde a necessidades de jovens que se encontram fora do seu país ou família, sem distinção de cultura, raça ou religião.

Abrange uma população heterogénea de faixas etárias variadas, apoiando um total de 150 pessoas por mês.

Atualmente, para prossecução dos seus objetivos, a Associação dispõe de 4 respostas sociais:

• Comunidade de Inserção – Nª Srª do Bom Conselho – Acolhe mulheres mães com idades entre os 15 e os 36 anos;

• Lar de Infância e Juventude – Lar Nª Sr.ª do Acolhimento – Acolhe raparigas com idades entre os 12 e os 21 anos;

• Apartamento de Autonomização – Maria Vitória – Integra raparigas entre os 18 e os 21 anos;

• Refeitório/Cantina Social – Refeitório In Via – Apoia mulheres e homens em situação de vulnerabilidade socioeconómica.

Dinamiza também um Negócio Social – Self – Lugar de Sabores

DESCRIÇÃO DO DESAFIO

Criar novas oportunidades de inserção profissional, na cidade do Porto, para mulheres em situação de exclusão social, que possibilitem a sua desvinculação da organização e a sua autonomização.

Tratam-se de mulheres motivadas e com capacidade de aprendizagem, com idades compreendidas entre 16 e 36 anos, com baixas qualificações escolares e profissionais, e maioritariamente com percursos profissionais descontínuos.

Ao longo da intervenção da ACISJF, temos tido casos de sucesso do ponto de vista de colocação em posto de trabalho, que contudo são demasiado morosos e desgastantes, encontrando solução, maioritariamente, na oferta limitada de programas de apoio/incentivo ao emprego e na articulação com empresas de trabalho temporário.

Atualmente, sentimos que face à crise de emprego nacional e às características cada vez mais frágeis do nosso público-alvo, urge intervir de uma forma mais criativa e mais sustentável, criando condições de inserção profissional mais competitivas, consistentes e enriquecedoras para estas mulheres.

Este desafio está intrinsecamente relacionado com a missão da ACISJF e como tal é assumido pela organização de modo intemporal, comprometendo-se a mobilizar para a concretização deste desafio os recursos humanos da organização – direção, colaboradores e voluntários; as parcerias (in)formais que detém; o seu conhecimento institucional e do público-alvo e a visibilidade da ACISJF.

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